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09/09/2017 08:10

Entenda como são escolhidos os nomes dos furacões

O furacão Irma vem causando destruição nas ilhas de Anguilla, República Dominicana, St. Martin e de Antígua e Barbuda, que foi descrita como “quase inabitável” após a partida da tempestade.

Até agora, o Irma é considerado pelos meteorologistas o segundo furacão mais poderoso registrado na história do Atlântico, mas já se tornou o primeiro a manter por mais de 24 horas ventos de cerca de 297 km/h.

Em seu caminho, na direção atual, estão Turks e Caicos, Cuba, Porto Rico e o sul do Estado americano da Flórida. É possível que o furacão perca força até lá, mas já está na companhia de outros fenômenos famosos pelos efeitos desastrosos como Andrew, de 1992 e Katrina, de 2005.

Mas como os furacões e outros ciclones tropicais recebem seus nomes?

Usar nomes humanos – em vez de números ou termos técnicos – nas tempestades tem o objetivo de evitar confusão e fazer com que seja mais fácil lembrar delas ao divulgar alertas.

Mas ao contrário do que muitos pensam, a lista atual dos nomes não tem nada a ver com políticos, não se trata de homenagens a pessoas que morreram no desastre do navio Titanic e também não é composta somente de nomes femininos.

A lista de nomes para os ciclones tropicais do Atlântico foi criada em 1953 pelo Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) e seu padrão foi usado para as listas de outras regiões do mundo.

Atualmente, estas listas são mantidas e atualizadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU baseada em Genebra, na Suíça.

Ordem

As listas dos furacões de cada ano são organizadas em ordem alfabética, alternando nomes masculinos e femininos. E os nomes de tempestades são diferentes para cada região.

A atual temporada de furacões e tempestades no Atlântico, que começou em junho de 2017, já passou por por Arlene, Bret, Cindy, Don, Emily, Franklin, Gert e Harvey até chegar a Irma, Jose e Katia – duas tempestades que se tornaram furacões e chegam à região logo em seguida.

Se você estivesse na região do leste do Pacífico, no entanto, estaria mais familiarizado com os nomes Adrian, Beatriz, Calvin, Dora, Eugene, Fernanda, Greg, Hilary, Irwin, Jova e Kenneth.

As listas são recicladas a cada seis anos, o que significa que, em 2023, Harvey ou Irma podem aparecer novamente.

No entanto, comitês regionais da OMM se reúnem anualmente para falar sobre que tempestades do ano anterior foram especialmente devastadoras e, por isso, devem ter seus nomes “aposentados”.

Depois que o furacão Katrina deixou mais de 2 mil mortos em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005, o nome da tempestade deixou de ser usado. Em 2011, quem apareceu em seu lugar, com menos alarde, foi a tempestade Katia – que já estava logo depois de Harvey e Jose e agora, seis anos depois, volta ao Caribe.

Mulheres e homens

Koji Kuroiwa, chefe do programa de ciclones tropicais na OMM, diz que o Exército americano foi o primeiro a usar nomes de pessoas em tempestades durante a Segunda Guerra Mundial.

“Eles preferiam escolher nomes de suas namoradas, esposas ou mães. Naquela época, a maioria dos nomes era de mulheres.”

O hábito tornou-se regra em 1953, mas nomes masculinos foram adicionados à lista nos anos 1970, para evitar desequilíbrio de gênero.

Mas em 2014, um estudo de pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, afirmou que furacões com nomes de mulheres matam mais pessoas que aqueles com nomes masculinos, porque costumam ser levados menos “a sério” e, consequentemente, há menos preparação para enfrentá-los.

Os cientistas analisaram dados de furacões que atingiram o país entre 1950 e 2012, com exceção do Katrina em 2005 – porque o grande número de mortos poderia distorcer os resultados.

estudo, que foi divulgado na publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), afirmou que cada furacão com nome masculino causa, em média, 15 mortes. Já os que têm nomes femininos provocam cerca de 42.

Kuroiwa diz que o uso de nomes próprios pretende fazer com que as pessoas entendam previsões e alertas mais facilmente, mas o público muitas vezes tem vontade de participar. “Temos muitos pedidos todos os anos: ‘por favor, use meu nome ou o nome da minha esposa ou da minha filha'”, afirma.

Em seu site, o NHC teve que adicionar a pergunta “posso ter um furacão no meu nome?” à sessão de perguntas e respostas, esclarecendo que os nomes são estabelecidos por um comitê internacional.

Nomes regionais

Durante a era vitoriana na Grã-Bretanha, as tempestades eram nomeadas aleatoriamente. Uma tormenta no oceano Atlântico que destruiu o mastro de um barco chamado Antje, em 1842, foi chamada de Furacão de Antje.

Outros furacões foram identificados por suas localizações, mas coordenadas de latitude e longitude não eram tão fáceis de identificar e comunicar a outras pessoas.

Um meteorologista australiano do século 19, Clement Wragge, se divertia usando nomes de políticos dos quais não gostava. Na região do Caribe, os furacões já foram nomeados em homenagem aos santos católicos dos dias em que eles atingiam cidades.

Atualmente, os nomes mudam de acordo com a região dos ciclones.

“No Atlântico e no leste do Pacífico, usam-se nomes reais de pessoas, mas há convenções diferentes em outras partes do mundo.”, diz Julian Heming, cientista de previsões tropicais no Met Office, escritório de meteorologia britânico.

Heming diz que no oeste do Pacífico, por exemplo, também se utilizam nomes de flores, animais, personagens históricos e mitológicos e alimentos, como Kulap (rosa em tailandês) e Kujira (baleia, em japonês).

“O importante é ser um nome do qual as pessoas possam se lembrar e identificar. Antes, esta região usava nomes em inglês e, há dez anos, decidiu-se que eles deveriam ser mais apropriados para a região.”

Neste ano, Irma chega aos Estados Unidos, mas Quincey pode se aproximar da Austrália, Kenanga da Indonésia e Viyaru ainda poderia atingir a Índia.

As letras Q, U, X, Y e Z não são usadas na lista das tempestades no Oceano Atlântico por causa da escassez de nomes próprios com elas. Neste caso, há no máximo 21 tempestades nomeadas em um ano até acabar a lista.

Mas o que acontece depois que a lista acaba? “Se o resto da temporada tiver muita atividade, temos que usar letras do alfabeto grego”, explica Heming.

Veja a lista completa de nomes para furacões no Atlântico em 2017:

Arlene
Bret
Cindy
Don
Emily
Franklin
Gert
Harvey
Irma
Jose
Katia
Lee
Maria
Nate
Ophelia
Philippe
Rina
Sean
Tammy
Vince
Whitney

BBC Brasil

08/09/2017 12:03

Foto: Lionel CHAMOISEAU/AFP

Após deixar rastro de destruição no Caribe, furacão Irma segue para Flórida mais fraco

O furacão Irma, uma das tempestades mais fortes no Atlântico em um século, seguia em direção ao Estado norte-americano da Flórida nesta sexta-feira provocando ventos devastadores e chuvas torrenciais no Caribe, onde deixou 14 mortos e uma destruição catastrófica em seu rastro.

O Irma estava cerca de 795 quilômetros ao sudeste de Miami, na Flórida, no início desta sexta-feira depois de encharcar o litoral norte da República Dominicana e do Haiti e assolar as Ilhas Turcas e Caicos.

O furacão “extremamente perigoso” foi rebaixado da categoria 5 para a 4 no começo desta sexta-feira, mas ainda gerava ventos de até 250 quilômetros por hora, disse o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos em um alerta.

O fenômeno rumava para as Bahamas, onde deve causar inundações costeiras de seis metros antes de seguir para Cuba e depois atingir o sul da Flórida no domingo.

Em Miami, centenas de pessoas formaram filas para comprar garrafas de água e carros circulavam pelos bairros da cidade em busca de combustível na quinta-feira, dia em que a falta de gasolina na área de Miami-Fort Lauderdale se agravou porque as vendas foram cinco vezes maiores do que o normal.

Em Palm Beach, a propriedade à beira-mar Mar-a-Lago do presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu ordem de desocupação, disse a mídia. Trump também tem propriedades do lado francês de Saint Martin, ilha devastada pela tempestade.

Uma retirada obrigatória na costa atlântica da Geórgia deve entrar em vigor no sábado, disse o governador Nathan Deal.

O Irma arrasou uma série de ilhas pequenas no nordeste caribenho, incluindo Barbuda, Saint Martin e as Ilhas Virgens britânicas e norte-americanas, arrancando árvores e derrubando casas e hospitais.

Uma testemunha da Reuters disse que o teto e as paredes de uma casa bem construída balançaram com força quando a tempestade se abateu sobre a ilha de Providenciales.

Chocados, moradores de ilhas na rota do Irma tentavam entender a extensão da devastação e simultaneamente se preparavam para outro grande furacão, o José, que agora está na categoria 3 e deve chegar ao nordeste do Caribe no sábado.

Quatro pessoas morreram nas Ilhas Virgens norte-americanas, disse um porta-voz do governo, e um grande hospital foi seriamente danificado pelo vento.

Veja

06/09/2017 09:25

Foto: EFE/US Navy

Furacão Irma obriga avião do papa Francisco a mudar de rota

O papa Francisco deixou a Itália nesta quarta-feira, 6, a caminho da Colômbia, e seu avião foi forçado a mudar de rota em razão do furacão Irma, que está ganhando força sobre o norte do Caribe.

A aeronave da companhia Alitalia iria sobrevoar o território de Porto Rico, mas, em vez disso, se deslocará para o sul e cruzará as ilhas de Barbados, Granada e Trindade, disse uma autoridade do Vaticano.

Previsões recentes mostram que o Irma, uma das mais poderosas tempestades do Atlântico registradas em mais de um século, atingirá Porto Rico ainda nesta quarta-feira.

O papa Francisco faz sua 20ª viagem ao exterior como pontífice e 5.ª à América Latina. Ele passará cinco dias na Colômbia para apoiar o processo de paz assinado entre o governo e a ex-guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que terminou com meio século de conflitos no país.

Estadão

06/09/2017 08:31

Foto: NOAA

Furacão mais poderoso da história do Atlântico atinge ilhas do Caribe

O furacão de categoria 5 Irma –o mais poderoso a ser formar no oceano Atlântico na história– tocou o solo pela primeira vez na madrugada desta quarta-feira (6), nas ilhas do nordeste do Caribe.

Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, o Irma passou por Barbuda por volta das 2h (locais, 3h de Brasília) com ventos de até 295 km/h. Depois, o furacão atingiu as ilha de São Bartolomeu e de São Martinho. Ainda não há informações sobre danos ou vítimas.

Em São Martinho, as autoridades pediram para que os moradores não saiam de casa “sob nenhuma circunstância” e que eles se preparem para quedas de energia e problemas no abastecimento de água.

O furacão deve atingir mais ilhas do Caribe nos próximos dias antes de chegar ao Estado da Flórida, nos EUA, no fim de semana.

Outras ilhas francesas, como Martinica e Guadalupe, estão sob alerta moderado.

Segundo o serviço francês de meteorologia, Météo France, o Irma tem “uma intensidade sem precedentes”. O organismo advertiu que, com ventos que alcançam 295 km/h perto do centro e rajadas de até 360 km/h, o furacão “constitui um fenômeno extremamente perigoso”.

Nos EUA, moradores do sul da Flórida já preparam abrigos e compram comida e combustível na expectativa de uma ordem do governo para que deixem suas casas nos próximos dias.

Na semana passada, a tempestade Harvey deixou ao menos 47 mortos nos EUA desde que chegou à costa leste, no dia 25 de agosto. Texas e Lousiana foram os Estados mais afetados.

Folha de S. Paulo

05/09/2017 11:43

Furacão Irma é elevado a categoria 5 e se aproxima do Caribe

O furacão Irma foi elevado à categoria 5, a máxima na escala, e se aproxima do Caribe, informou nesta terça-feira o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

Segundo a trajetória projetada pelo centro americano, o olho de Irma pode passar na quinta e na sexta-feira ao norte da República Dominicana, Haiti e Cuba, e depois seguir diretamente sobre as Bahamas e o sul da Flórida no fim de semana.

O governador da Flórida, Rick Scott, declarou estado de emergência em 67 condados do Estado para dar aos governos locais “bastante tempo, recursos e flexibilidade” para se prepararem para o furacão.

As ilhas antilhanas de Antígua, Barbuda, Anguilla, Montserrat, São Cristóvão e Nevis, entre outras, foram colocadas sob advertência de furacão pelo NHC. Porto Rico, as Ilhas Virgens e Guadalupe foram colocados sob vigilância.

Autoridades alertaram que a tempestade pode causar chuvas que acumulariam 25 centímetros de água, além de deslizamentos de terras e enchentes. As ondas podem chegar a 7 metros.

“As decisões que nós tomarmos nas próximas horas podem fazer a diferença entre vida e morte”, afirmou o governador de Porto Rico, Ricardo Rossello. “Trata-se de uma tempestade extremamente perigosa”.

Aos residentes da costa leste dos Estados Unidos, recomendou-se monitorar de perto a passagem da tempestade, uma vez que ela pode mover-se para o norte na direção dos Estados Geórgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul.

“O furacão tem o potencial de sobrecarregar a FEMA [Agência Federal de Gestão de Emergências] e outros órgãos do governo, uma vez que ocorre logo após a passagem da tempestade Harvey”, afirmou Evan Myers, chefe de operações do site de previsões meteorológicas AccuWeather.

A tempestade Harvey deixou ao menos 47 mortos desde que chegou à costa leste, no dia 25 de agosto. Texas e Lousiana foram os Estados mais afetados.

Moradores da Flórida aproveitaram o feriado do Dia do Trabalho na segunda-feira (4) para comprar água e outros suprimentos, deixando prateleiras vazias em algumas lojas.

Folha de S. Paulo

30/08/2017 08:43

Foto: Dpt Militar do Texas/Tim Puitt/EPA/EFE

Harvey retorna à costa dos EUA e segue causando fortes chuvas no Texas

A tempestade tropical Harvey deixará nesta quarta-feira (30) as águas do Golfo do México para tocar terra novamente nos Estados Unidos, segundo os prognósticos do Centro Nacional de Furacões (NHC), que alerta para novas chuvas torrenciais sobre o Texas, onde já morreram pelo menos 16 pessoas. As informações são da EFE.

Na madrugada de hoje, o ciclone, com ventos de 85 quilômetros hora, se movia a nove quilômetros por hora (km/h) rumo ao leste, mas mudou de direção para o norte-noroeste para tocar terra nas primeiras horas de quarta-feira, indicou o NHC em seu último boletim de terça-feira (29).

Quando o ciclone alcançar a costa novamente, não se preveem mudanças significativas na força dos ventos de Harvey, que tocou terra pela primeira vez no Texas na sexta-feira (25) passada com ventos de 215 km/h, o que lhe converteu em furacão de categoria 4 na escala Saffir Simpson, que vai até 5.

No entanto, o NHC antecipa um “enfraquecimento gradual” a partir de agora quande se posicionará sobre a área fronteiriça do Texas e da Louisiana.

Dessa forma, a categoria de Harvey poderia se rebaixar para um ciclone tropical na tarde de hoje no seu caminho em direção ao interior do país.

Inundações

Apesar disso, os meteorologistas alertam que Harvey poderia produzir mais chuvas com acúmulos de 15 a 30 centímetros na zona metropolitana de Houston, a cidade mais afetada pelas inundações, bem como no nordeste do Texas e no sudoeste da Louisiana.

Outras tempestades na costa norte do Texas, onde se encontram Houston e Galveston, poderiam atingir um total de 1,2 metros.

Estas chuvas, segundo o NHC, produzem atualmente inundações “catastróficas e potencialmente mortais” em grandes áreas do Texas e de Louisiana.

O outro grande perigo é o aumento do nível do mar nas áreas costeiras, devido à ressaca ciclônica e às altas ondas provocadas pelos fortes ventos, e em algumas zonas se esperam aumentos do nível do mar de até um metro de altura.

As autoridades do Texas elevaram a cifra provisória de mortos pela passagem do furacão “Harvey” para 16, mas reconheceram que provavelmente o número subirá, uma vez que os trabalhos de resgate e as chuvas continuam.

Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltará no próximo sábado (2) ao estado do Texas, onde esteve ontem, para visitar a região, informou a Casa Branca. “Voltaremos para uma área diferente do estado, para ter a oportunidade de ver locais que não pudemos ver hoje”, explicou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

Doações

O esporte profissional do país não para de dar demonstrações generosas de solidariedade às vítimas do Harvey. O mais recente a contribuir – ou aumentar uma doação, no caso – foi Leslie Alexander, dono do Houston Rockets, da liga de basquete profissional (NBA), que nesta terça-feira subiu de US$ 4 milhões para US$ 10 milhões o valor de sua colaboração.

O dinheiro será repassado ao Fundo de Ajuda para as pessoas afetadas pela passagem do furacão, aberto pelo prefeito de Houston, o democrata Sylvester Turner.

O aumento da doação não foi informado de maneira oficial porque Alexander não queria que fosse gerada repercussão. “Nossos corações estão entristecidos por ver a devastação que tantos dos nossos amigos, familiares e vizinhos estão sofrendo”, destacaram os Rockets ontem em um comunicado oficial.

A doação de Alexander foi uma das feitas por equipes e atletas para ajudar as vítimas dos alagamentos em Houston, incluindo uma de US$ 50 mil do novo armador do time, Chris Paul.

Outras doações também foram anunciadas ontem para ajudar pessoas que tiveram prejuízos com o Harvey. Entre elas estão as do time dos Texans e seu dono, Bob McNair, que ofereceram US$ 1 milhão para o fundo de ajuda United Way of Greater Houston.

Agência Brasil

28/08/2017 10:00

Após furacão nos EUA, cachorro é visto andando sozinho carregando um saco de ração

O furacão Harvey atingiu neste sábado, 26, diversas cidades nos Estados Unidos deixando mortos e feridos. Um dos locais impactados foi Sinton, no Estado do Texas, onde um cachorro foi visto vagando pelas ruas ainda molhadas carregando na boca um saco de ração.

O momento comovente foi compartilhado por Tiele Dockens, que mora em Papalote a 20 quilômetros de Sinton. “Este cão anda está passeando por aí em Sinton, no Texas, carregando seu saco de ração com ele”, escreveu Dockens.

O post viralizou chegando a mais de 26 mil compartilhamentos, e horas mais tarde foi atualizado com a informação de que o tutor do cão havia sido encontrado. “O cachorro não está perdido, apenas acabou de sair na sua própria rua. O nome dele é otis”, acrescentou Tiele na publicação.

Emais, Estadão

25/08/2017 09:47

Furacão Harvey ganha força e pode se tornar tempestade mais forte em 12 anos nos EUA

O furacão Harvey se intensificou no início desta sexta-feira (25) e autoridades alertaram moradores a buscar abrigo para ventanias e enchentes que podem ser letais. Harvey pode se tornar o maior furacão a atingir os Estados Unidos em mais de uma década.

O furacão deve atingir a parte central da costa do Texas, onde Corpus Christi e Houston abrigam algumas das maiores refinarias dos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira ou na manhã de sábado (26). Operações de petróleo e gás já foram afetadas pela previsão e o preço da gasolina saltou nos EUA.

“Agora é o momento de se esconder urgentemente do vento. O fracasso em não se abrigar adequadamente pode resultar em sérias lesões, perda da vida, ou imenso sofrimento humano”, afirmou o Serviço Nacional do Clima.

O furacão Harvey foi elevado para uma tempestade de categoria 2, com ventos de 169 km/h, à medida que se move para o noroeste a cerca de 295 quilômetros de Port O’Connor, no Texas, de acordo com o Centro Nacional de Furacões.

Segundo o centro de furacões, o Harvey deve se tornar um furacão de categoria 3, a terceira maior na escala de intensidade Saffir-Simpson. Isso faria dele o primeiro grande furacão a atingir o território norte-americano desde o furacão Wilma, que passou pela Flórida em 2005.

G1

Dinarte Assunção

Biografia Dinarte Assunção é jornalista formado pela UFRN. Atuou em redações como repórter de cotidiano, economia e política. Foi comentarista político da TV Ponta Negra. Atualmente é reporter do Portal No Ar e compõe a equipe do Meio Dia RN, na 98 FM. É autor do livro Sobre Viver - Como Venci a Depressão e as Drogas. Nas horas vagas, assa panquecas.

Descrição Ponto ID é um blog para noticiar o que importa. E nada mais.